Não desejo a morte porque quero que tudo termine
Desejo a morte por que quero começar outra vida
Logo!!
Logo, não desejo a morte!
Dessa vida
Somos as coisas perdidas
Histórias que não sabem como acabar.
Um dia me canso
E me acabo
Mas a morte...
...não terá nada a ver com isso!
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Friday, February 20, 2015
Wednesday, November 19, 2014
Desistir
As curvas do tempo trazem as marcas da crueldade
O sol se ergue sobre a dor de um novo dia
Uma espera sem nome
Uma sorte vazia
As frestas da cortina empoeirada
mostram que ainda existe vida
mostram que ainda existe vida
Imprecisa e tênue
Um fio prateado a que me apego
Ainda há ar em meus pulmões
Ainda há as frestas
E cortinas não abertas
Não acredito em um mundo novo
Mas não tenho medo do porvir
Não vejo mais o horizonte
Mas continuo mesmo assim
Mas continuo mesmo assim
Tenho desistido de muitas coisas
Mas ainda não desisti de mim
Tuesday, November 11, 2014
NÃO
Não
Não lhe dou o meu abraço
Já estou farto de entregar o que não tenho
Não
Não espere o meu cansaço
Já estou farto de buscar o que não entendo
Não
Não me entrego a esse medo
Que te deixa tão distante dos teus planos
E não
Eu não fujo dos meus erros
Que são tudo o que me resta de humano
Desse dia não sou luz
E da luz, não sou caminho
Das pessoas, sou solidão
Na multidão, estou sempre sozinho
Da virtude, não sou o santo
Nos teus olhos, sou decepção
Dessa vida, só mais um canto
Desse mundo, só mais um "não"
E não
Eu não me rendo a crueldade de teus gestos!!
Não lhe dou o meu abraço
Já estou farto de entregar o que não tenho
Não
Não espere o meu cansaço
Já estou farto de buscar o que não entendo
Não
Não me entrego a esse medo
Que te deixa tão distante dos teus planos
E não
Eu não fujo dos meus erros
Que são tudo o que me resta de humano
Desse dia não sou luz
E da luz, não sou caminho
Das pessoas, sou solidão
Na multidão, estou sempre sozinho
Da virtude, não sou o santo
Nos teus olhos, sou decepção
Dessa vida, só mais um canto
Desse mundo, só mais um "não"
E não
Eu não me rendo a crueldade de teus gestos!!
Monday, October 20, 2014
As coisas que acontecem dentro de mim
Eu já não tenho forças para falar
Das coisa que acontecem dentro de mim
Dos mares que navego hoje distantes
Das sombras que cantam uma escuridão sem fim
Dos olhos que se escondem atrás do cansaço
Das cores que desbotam por entre os escombros
Dos gritos que silenciam os meus temores
Dos amores que me entregam ao desencontro
Dos gritos que silenciam os meus temores
Dos amores que me entregam ao desencontro
Eu já não tenho voz para lhes contar
Das coisas que acontecem dentro de mim
Dos versos que deságuam em formas dementes
Dos ventos que me arrastam em solo inimigo
Dos mitos que me mostram terras perdidas
Dos sonhos que se perdem no ar por engano
Dos anjos que me assombram com o que é sagrado
E dos demônios que me beijam com o que é profano
As coisas que acontecem dentro de mim
São milagres de um passado incerto e presente
São as margens de uma estrada quase vazia
As marcas de um amor intenso e ausente
Aquilo que acontece dentro de mim
Ao mesmo tempo que é dor, também é riso e saudade
Ao mesmo tempo que é olhar e buscar o horizonte
Também é se curvar, é não ter mais vontade
Já não tenho palavras nem luz para explicar
Já não tenho memória, nem tampouco caminho
Os dias me sufocam e me deixam mais fraco
A cada dia mais triste
sem voz e sozinho
Dos mitos que me mostram terras perdidas
Dos sonhos que se perdem no ar por engano
Dos anjos que me assombram com o que é sagrado
E dos demônios que me beijam com o que é profano
As coisas que acontecem dentro de mim
São milagres de um passado incerto e presente
São as margens de uma estrada quase vazia
As marcas de um amor intenso e ausente
Aquilo que acontece dentro de mim
Ao mesmo tempo que é dor, também é riso e saudade
Ao mesmo tempo que é olhar e buscar o horizonte
Também é se curvar, é não ter mais vontade
Já não tenho palavras nem luz para explicar
Já não tenho memória, nem tampouco caminho
Os dias me sufocam e me deixam mais fraco
A cada dia mais triste
sem voz e sozinho
Tuesday, September 16, 2014
Sunday, August 31, 2014
Eu
(Clique na imagem para ampliar)
"Eu não sou o que você vê. Eu vivo do outro lado!"
(Montréal - abril de 2013)
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